Guimarães Jazz 2017

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2017/11/08 a 2017/11/18
Centro Cultural Vila Flor
Avenida D. Afonso Henriques, 701
4810-431 Guimarães
 
Plataforma das Artes e da Criatividade
Avenida Conde Margaride, nº 175
4810-535 Guimarães
 
 
+351 253 424 700
http://www.ccvf.pt
Consultar programa próprio. 
 
 
De 08 a 18 de novembro, Guimarães recebe mais uma edição do seu festival de jazz. Este ano, o mundo celebra os 100 anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de jazz, um momento simbólico que mudaria para sempre a história desta música. É precisamente esta efeméride que orienta o conceito programático da 26ª edição do Guimarães Jazz.
 
QUARTA 08
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
NELS CLINE – LOVERS
COM ORQUESTRA DE GUIMARÃES
Nels Cline, guitarra
Michael Leonhart, trompete, direção musical
Alex Cline, bateria
Devin Hoff, contrabaixo, baixo elétrico
 
Orquestra de Guimarães
Álvaro Pereira, violino
Carina Albuquerque, violoncelo
Luís Alves, oboé
Pedro Martinho, fagote
Domingos Castro, clarinete sib
Paulo Martins, clarinete baixo
Ângelo Fernandes, trompete
Tiago Rebelo, trompete
David Silva, trombone
Vítor Castro, vibrafone
Ingrid Sotolarova, celesta
Catarina Rebelo, harpa
Eurico Costa, guitarra
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Preço 5,00 eur
Maiores de 12
 
Nels Cline é um guitarrista norte-americano de notáveis recursos técnicos e grande versatilidade estilística, com um percurso sólido tanto dentro do campo mais restrito do jazz, como nas áreas do rock experimental e da improvisação livre. Recentemente, o guitarrista assinou pela prestigiada Blue Note, editora pela qual publicou o álbum “Lovers”. Neste trabalho, Nels Cline debruça-se sobre um heterodoxo repertório, propondo ao ouvinte uma visão panorâmica sobre a sua cosmologia musical, ao mesmo tempo que sugere uma invulgar narrativa da história da música do século XX. Originalmente composto para uma formação alargada de vinte e três músicos, no Guimarães Jazz, porém, “Lovers” será interpretado por um quinteto, que incluirá o guitarrista português Eurico Costa, acompanhado pela Orquestra de Guimarães, com direção musical de Michael Leonhart.
 
QUINTA 09
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
ALL STAR ORCHESTRA PLAYS JAZZ – THE STORY
AN EXCITING MUSICAL TRIP THROUGH 100 YEARS OF JAZZ RECORDING
 
Vincent Herring, saxofone alto, soprano, flauta, clarinete, direção musical
Jon Faddis, trompete
Jeremy Pelt, trompete
Eric Alexander, saxofone tenor
James Carter, saxofone tenor, saxofone barítono, flauta, clarinete
Wycliffe Gordon, trombone, shells
Mike LeDonne, piano
Kenny Davis, contrabaixo, baixo elétrico
Carl Allen, bateria
Nicolas Bearde, voz, narração
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Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d
Maiores de 12
 
O projeto Jazz – The Story, desenvolvido pela All Star Orchestra, foi concebido como um veículo para uma viagem musical pelos últimos cem anos do jazz, desde as suas origens primordiais até às suas manifestações mais vanguardistas e intelectualmente sofisticadas, com passagens por todas as fases evolutivas do jazz. Narrado pelo vocalista Nicolas Bearde, este espetáculo constitui uma comovente evocação do extraordinário legado artístico do jazz e uma eloquente revisitação do seu património musical, realizada por um conjunto de talentosos instrumentistas que se encontram em digressão pela Europa. Guimarães será um dos destinos dessa digressão, tendo sido o Guimarães Jazz um dos festivais escolhidos para apresentar esta dignificante síntese da história de uma das mais marcantes manifestações artísticas contemporânea – o jazz.
 
SEXTA 10
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
THE ANDREW CYRILLE QUARTET
ANDREW CYRILLE, RICHARD TEITELBAUM, BEN MONDER, BEN STREET – “THE DECLARATION OF MUSICAL INDEPENDENCE”
 
Andrew Cyrille, bateria
Richard Teitelbaum, sintetizador, piano
Ben Street, contrabaixo
Ben Monder, guitarra
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Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d
Maiores de 12
 
De descendência haitiana, embora nascido nos EUA, Andrew Cyrille é atualmente considerado um dos mais influentes bateristas do jazz contemporâneo. A carreira de Andrew Cyrille foi recentemente objeto de um processo de reabilitação por parte da crítica e do público especializado do jazz, em grande parte devido ao álbum “The Declaration of Musical Independence”, editado em 2016 pela reputada ECM e gravado por uma formação de músicos notáveis na qual se inclui o pioneiro da eletrónica Richard Teitelbaum, o contrabaixista Ben Street e o guitarrista Bill Frisell (que, no entanto, será substituído por Ben Monder no concerto que apresentamos no Guimarães Jazz). Este trabalho, o qual constituirá o tema principal deste espetáculo, constitui um exemplo da irredutível singularidade artística de um grande músico de jazz, singularidade essa que permanece, ao fim de mais de cinquenta anos de carreira, intacta.
 
SÁBADO 11
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
VEIN FEAT. RICK MARGITZA
 
Michael Arbenz, piano
Thomas Lähns, contrabaixo
Florian Arbenz, bateria
Rick Margitza, saxofone tenor
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Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
Maiores de 12
 
Formado por três talentosos instrumentistas suíços com um percurso relevante nas áreas do jazz e da música clássica, o trio VEIN apresentar-se-á no Guimarães Jazz acompanhado de Rick Margitza, versátil e prolífico saxofonista norte-americano. Caraterizada sobretudo pela subtileza melódica e rítmica e pela precisão e clareza das suas composições, a música deste trio encontra no saxofone tenor de Rick Margitza um veículo de expansão sonora, permitindo-lhe explorar matizes e intensidades emocionais habitualmente menos presentes no som do grupo. O tom impressionista que marca habitualmente a música dos VEIN é, portanto, reconfigurado pela capacidade expressiva de Margitza, sendo legítimo esperar deste concerto uma música que à sofisticação do jazz de sensibilidade europeia do grupo suíço alia a pulsação do grande jazz da tradição norte-americana.
 
SÁBADO 11
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
MOSTLY OTHER PEOPLE DO THE KILLING – “LOAFER’S HOLLOW”
 
Moppa Elliott, contrabaixo
Steven Bernstein, slide trompete
Dave Taylor, trombone, trombone baixo
Jon Irabagon, saxofones tenor e soprano
Ron Stabinsky, piano, sintetizador
Brandon Seabrook, guitarra, banjo, eletrónicas
Kevin Shea, bateria
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Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d
Maiores de 12
 
Fundada em 2003 pelo contrabaixista e compositor Moppa Elliott, a banda Mostly Other People Do The Killing tem vindo a afirmar-se progressivamente como um dos mais desafiantes projetos da cena jazzística contemporânea. No Guimarães Jazz, o coletivo formado por Moppa Elliott, Jon Irabagon, Kevin Shea e Steven Bernstein, pelo pianista Ron Stabinsky, o guitarrista Brandon Seabrook e o trombonista Dave Taylor irá apresentar o seu mais recente álbum, Loafer’s Hollow, editado em fevereiro deste ano. Neste trabalho, os Mostly Other People Do The Killing prosseguem a sua exploração de uma música simultaneamente angular e fluida, composta de sistemas multi-referenciais, inspirados nas técnicas literárias dos escritores a quem algumas das peças são dedicadas, usando-os de modo a permitir uma livre digressão por diversos idiomas e estilos jazzísticos sem que a música não soe nunca formulaica ou formalista, mas antes inovadora e desafiante.
 
DOMINGO 12
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 17H00
BIG BAND E ENSEMBLE DE CORDAS ESMAE CONDUZIDA POR JEFF LEDERER E MARY LAROSE
 
Jeff Lederer e Mary LaRose, direção musical
Big Band e Ensemble de Cordas da ESMAE
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Preço 5,00 eur
Maiores de 12
 
A vertente pedagógica do Guimarães Jazz é uma das dimensões mais importantes do festival, e este projeto de direção da Big Band e do Ensemble de Cordas da ESMAE, atualmente uma das mais prestigiadas instituições académicas especializadas no ensino da música em Portugal, constitui, a par com as oficinas de jazz, um dos eixos estruturantes dessa vocação formativa. Iniciada, nos moldes atuais, em 2012, esta parceria mantém este ano a sua proposta de residência e trabalho de colaboração entre os alunos da ESMAE e o compositor designado para os dirigir, papel que este ano será assumido pelo saxofonista Jeff Lederer e pela vocalista nova-iorquina Mary LaRose, dois músicos reputados da cena jazzística nova-iorquina da atualidade, com uma relevante atividade na direção orquestral.
 
DOMINGO 12
PAC / BLACK BOX / 21H30
PROJETO GUIMARÃES JAZZ / PORTA-JAZZ #4
 
Nuno Trocado, guitarra
Tom Ward, saxofones, flauta, clarinete baixo
Sérgio Tavares, contrabaixo
Acácio Salero, bateria
Jorge Louraço Figueira, dramaturgia
Catarina Lacerda, interpretação
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Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
Maiores de 12
 
No contexto da parceria entre o festival Guimarães Jazz e a associação Porta-Jazz, surge este projeto de cruzamento música-teatro: uma relação milenar que, estabelecendo-se segundo múltiplas lógicas, é central à prática performativa. Durante uma semana de residência artística, o dramaturgo Jorge Louraço Figueira escreve um texto e a atriz Catarina Lacerda interpreta-o, em colaboração com um quarteto liderado por Nuno Trocado (guitarra), com Tom Ward (saxofones, flauta, clarinete baixo), Sérgio Tavares (contrabaixo) e Acácio Salero (bateria). O assunto central da residência é a exploração dos caminhos do som e da palavra, no confronto entre contribuições pré-definidas e improvisadas, com vista à conjugação, coletiva e coerente, das várias propostas individuais. Tudo sob o signo do jazz – que vive, ele próprio, da conjugação coletiva e coerente de várias propostas individuais.
 
QUINTA 16
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
JAN GARBAREK GROUP FEATURING TRILOK GURTU
 
Jan Garbarek, saxofone
Trilok Gurtu, bateria e percussão
Rainer Brüninghaus, teclados, piano
Yuri Daniel, contrabaixo
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Preço 17,50 eur / 15,00 eur c/d
Maiores de 12
 
A edição do Guimarães Jazz 2017 testemunhará o regresso do saxofonista norueguês Jan Garbarek. Com uma longa carreira de quase cinquenta anos, não apenas no jazz mas também no campo da música clássica e da world music, Garbarek é hoje consensualmente reconhecido como um nome incontornável da música contemporânea. O quarteto que apresentamos no Guimarães Jazz inclui alguns dos seus habituais colaboradores, nomeadamente o contrabaixista Yuri Daniel, o teclista Rainer Brüninghaus e o virtuoso percussionista indiano Trilok Gurtu. A sensibilidade musical de Jan Garbarek, centrada numa abordagem textural e abstratizante do jazz, encontra neste quarteto um ponto de confluência de linguagens capaz de criar uma música evocativa e expansiva, desenvolvida a partir de um diálogo aberto e sem fronteiras entre sons e idiomas culturais, e que constituirá, sem dúvida, um dos pontos altos desta edição do Guimarães Jazz.
 
SEXTA 17
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
ALLISON MILLER'S BOOM TIC BOOM
 
Allison Miller, bateria
Myra Melford, piano
Haggai Cohen, contrabaixo
Charles Burnham, violino
Kirk Knuffke, corneta
Ben Goldberg, clarinete
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Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d
Maiores de 12
 
Baterista de grande sensibilidade melódica e compositora talentosa com uma linguagem livre e flexível, Allison Miller é uma das mais proeminentes figuras da cena jazzística nova-iorquina da última década. A par de uma intensa atividade enquanto colaboradora de prestigiados músicos contemporâneos, Miller apresenta já um relevante currículo enquanto líder, sobretudo no contexto do grupo Boom Tic Boom, com o qual atuará na edição deste ano do Guimarães Jazz. O álbum Otis Was a Polar Bear (2016) constituirá o foco principal de atenção deste concerto, onde Allison Miller se apresentará acompanhada de notáveis músicos. Desta formação, é legítimo esperar uma música vital e pulsante na qual as composições de Miller e a improvisação confluem harmoniosamente e desafiam os limites das convenções modernas sobre o que é ou o que pode ser o jazz hoje, no instável território da modernidade.
 
SÁBADO 18
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
JEFF LEDERER / JOE FIEDLER QUARTET FEAT. MARY LAROSE
 
Jeff Lederer, saxofone, clarinete
Joe Fiedler, trombone
Mary LaRose, voz
George Schuller, bateria
Nick Dunston, contrabaixo
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Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d
Maiores de 12
 
A formação que terá, na 26ª edição do Guimarães Jazz, a responsabilidade de conduzir as jam sessions e as oficinas de jazz será liderada pelo saxofonista Jeff Lederer (o qual já atuou por diversas ocasiões no festival, integrado em diferentes grupos) e pelo trombonista Joe Fiedler, dois dos mais interessantes músicos da atual cena jazzística norte-americana. Os jovens instrumentistas que participarão nas oficinas e nas jam sessions terão, assim, a oportunidade, de usufruir uma experiência de trabalho criativo com músicos de elevada qualidade técnica envolvidos num dos contextos mais fervilhantes da criação jazzística contemporânea. Como é habitual, além das atividades formativas, este grupo realizará uma atuação ao vivo integrado no programa de grandes concertos do Guimarães Jazz.
 
SÁBADO 18
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
DARCY JAMES ARGUE’S SECRET SOCIETY – “REAL ENEMIES”
 
Darcy James Argue, direção musical
Dave Pietro, flautim, flauta, flauta alto, saxofone soprano, saxofone alto
Rob Wilkerson, flauta, clarinete, saxofone soprano, saxofone alto
Peter Hess, clarinete Eb, clarinete Bb, saxofone tenor
Lucas Pino, clarinete, clarinete baixo, saxofone tenor
Carl Maraghi, clarinete, clarinete baixo, saxofone barítono
Jonathan Powell, trompete
Sam Hoyt, trompete
Matt Holman, trompete
Nadje Noordhuis, trompete
David Smith, trompete
Mike Fahie, trombone
Ryan Keberle, trombone
Darius Christian Jones, trombone
Jennifer Wharton, trombone
Sebastian Noelle, guitarra
Adam Birnbaum, piano
Matt Clohesy, contrabaixo
Jared Schonig, bateria
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Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d
Maiores de 12
 
O Guimarães Jazz encerrará a sua edição de 2017 com a estreia em Portugal de um dos mais inventivos e originais projetos de big band da atualidade: a Secret Society, um ensemble de dezoito músicos liderado por Darcy James Argue, um compositor jovem e idiossincrático, com uma singular visão musical e artística, que se tem afirmado como um dos valores emergentes do jazz contemporâneo. Intensamente imaginativas, as composições de Real Enemies, o seu trabalho mais recente, revelam-nos estarmos perante um compositor inquieto e vigilante, determinado a compor música comprometida com o presente da sociedade e da arte, e isso apenas bastaria para atestar a sua pertinência. No entanto, a superlativa qualidade das composições de Darcy James Argue elevam este seu projeto ao patamar da excelência artística, que o Guimarães Jazz terá o privilégio de testemunhar.
 
 

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