Depois de abordar os universos criativos de Herberto Helder (2017) e Georges Bataille (2018) e de propor uma reflexão sobre a fratura em que se constituiu o museu no contexto do projeto colonialista europeu (2019) – tendo como horizonte e metáfora o incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro –, visitamos a extraordinária obra do filósofo José Gil, Caos e Ritmo, para pensar os sortilégios e as tensões da criação num mundo ameaçado pelo fantasma da extinção.







