Monumentos e Locais de Interesse
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Palácio e Centro Cultural Vila Flor
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Av. D. Afonso Henriques, 701
4810-431 Guimarães
 
 
351 253 424 700
351 916 329 333
351 253 424 710
http://www.ccvf.pt
Terça a Sábado
10h00-13h00 | 14h00-19h00
 
Preço de entrada nas exposições 2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
 
O Palácio Vila Flor é um edifício do século XVIII cujo nome serviu de mote à denominação do Centro Cultural Vila Flor, um espaço de referência no panorama cultural nacional, inaugurado em 2005, que permitiu a Guimarães fazer parte dos roteiros culturais do país. No Palácio Vila Flor encontram-se as salas expositivas deste Centro Cultural, uma área de cerca de 1000 m2 que acolhe, regularmente, exposições de artistas contemporâneos.
 
História do Palácio Vila Flor

O Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII, mandado construir pelo fidalgo vimaranense Tadeu Luís António Lopes de Carvalho de Fonseca e Camões, passou posteriormente por compra para a família dos Condes de Arrochela, que nele receberam D. Maria II, na visita que determinou a elevação a cidade da então vila de Guimarães. Novamente vendido, nele se realizou, em 1884, a I Exposição Industrial e Comercial de Guimarães. Mais tarde passou para a posse da família Jordão, que completou a obra iniciada por Tadeu Luís, com exceção da sequência de estátuas dos Reis de Portugal existente nas fachadas norte e oeste do Palácio. Adquirido pela Câmara Municipal de Guimarães em 1976, já então com o interior desfeito, ali se instalou o Polo de Guimarães da Universidade do Minho e, na área originalmente ocupada pela horta-pomar, o Horto Municipal. Abandonado durante anos, o Palácio sofreu, desde a sua aquisição pela Autarquia, inúmeras intervenções visando fundamentalmente dividir o seu interior para aí instalar, inicialmente, a Universidade do Minho, e depois uma academia de música, uma oficina de teatro, um organismo universitário, salas para formação profissional. Nenhuma destas intervenções visou a reabilitação e o restauro do Palácio como um todo, pelo que o seu interior se encontrava degradado e, sobretudo, com a sua identidade desvirtuada por tantas alterações transitórias e desconexas. A passagem do tempo e as intempéries deixaram marcas no exterior que reclamava requalificação. Dos espaços constantes da Quinta Vila Flor, mantiveram-se intactos os jardins de buxo, que se desdobram em socalcos fronteiros à fachada norte do Palácio, considerados dos melhores da região. Este Palácio dos idos de mil e setecentos, a que as Memórias Paroquiais de 1750 se referem como sendo de “admirável em sua arquitetura e na grandeza e fábrica do jardim”, hoje remodelado e equipado, integra o Centro Cultural Vila Flor.
 
 
 
 
 
 

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