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A 5 km do centro da cidade
 
 
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É um jardim do “tipo francês”, onde a “topiária” – arte de talhar os volumes das plantas – assume a sua maior expressão. O buxo assume dimensões invulgares com formas características, predominando também as camélias – uma sebe com cerca de oitenta metros – e as azáleas.
Em primeiro plano o lago-espelho de água com, ao fundo, a Torre. A valorização do espelho de água em desfavor do grande chafariz, coloca este exemplo como um caso à parte na estética dos jardins do Norte reflectindo inter-influências culturais entre Norte e Sul.
Esta tendência para uma volumetria e monumentalidade formal coloca mais uma vez os jardins do Paço de S. Cipriano como exemplo excepcional no Norte do país, pela ausência de grandes fontes, substituídas pelo lago espelho de água.
Uma estreita alameda liga, em eixo central, o terraço fronteiriço da casa a um lago encostado ao muro que envolve o jardim.
Sóbrias colunas toscanas, de desenho seiscentista, idênticas às da varanda da entrada, enquadram este lago remetendo-nos o conjunto para o séc. XVII.
As vastas proporções deste lago, afastam-se da tendência do Norte para os dinâmicos efeitos das grandes fontes e chafarizes, o que nos faz equacionar as inter-influências culturais entre Norte-Sul. O lago do Paço de S. Cipriano, apresenta afinidades com grandes lagos da Bacalhôa, Torres ou Fronteira.
No jardim, podemos observar a bonita arte da Topiária (arte de talhar os arbustos em diversas formas) tradicional nos jardins do Norte de Portugal, aplicada ao buxo, murta e camélias.
 
 

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