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Comemorações do 11º Aniversário da Elevação de Guimarães a Património Cultural da Humanidade.
Dia 13 de dezembro, Quinta-feira
 
18h00 - Património Iluminado
Colocação de Velas - Largo da Oliveira
 
18h00 - Animação de Rua
Largo da Oliveira, Portas da Vila, Largo dos laranjais, Largo Condessa do Juncal, com a participação da Academia de Música Valentim Moreira de Sá e Sociedade Musical de Pevidém.
 
22h00
Orquestra do Norte
Paço dos Duques de Bragança
 
Programa
Bedřich Smetana – O Moldau
Johann Strauss II - O Morcego, Abertura Op.362
Johann Strauss II – Contos dos Bosques de Viena, Op.325
Johann Strauss II – Uma Noite em Veneza, Abertura
Johann Strauss II – 1001 Noites, Intermezzo
Johann Strauss II - Trish Trash Polka, Op.214

José Ferreira Lobo, direção
José Ferreira Lobo iniciou a sua atividade profissional em 1979 como Maestro Diretor da Camerata do Porto, orquestra de câmara que fundou com Madalena Sá e Costa.
Com a colaboração de solistas prestigiados internacionalmente, apresentou-se em inúmeros concertos, no país e no estrangeiro. Em 1992, funda a Associação Norte Cultural, sendo o seu projeto o vencedor do primeiro Concurso para criação de Orquestras Regionais, instituído pelo estado português. Neste contexto, cria a Orquestra do Norte, de que é o seu Maestro Titular e Diretor Artístico.
Colaborou com artistas consagrados internacionalmente como Krisztof Penderecki, José Carreras, Júlia Hamari, Regis Pasquier, Katia Ricciarelli, Patrícia Kopatchinskaya, Michel Lethiec, Eteri Lamoris, António Rosado, Dame Moura Linpany, Svetla Vassileva, José de Oliveira Lopes, Vincenso Bello e Fiorenza Cossotto.
Da sua carreira internacional destaca-se a direção de ópera e concerto na África do Sul, no Brasil, na Alemanha, China, Coreia do Sul, no Chipre, em Espanha, nos Estados Unidos da América, no Egipto, em França, na Holanda, Inglaterra, República Checa, Eslováquia, Lituânia, Itália, Letónia, no México, na Polónia, Roménia, Rússia, Suíça, Turquia, Colômbia e na Venezuela, colaborando com orquestras de renome como Manchester Camerata, Orquestra Sinfónica Nacional da Lituânia, Orquestra de Cannes, Orquestra Sinfónica da Galiza, Orquestra Sinfónica de Izmir, Orquestra Filarmónica Checa, Orquestra Sinfónica de Istambul, Orquestra CRR de Istambul, Orquestra da Rádio Televisão de Pequim, Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Orquestra da Rádio Nacional de Holanda, Orquestra Sinfónica do Estado do México, Orquestra Sinfónica da Universidade de Nuevo Leon, Filarmónica Artur Rubinstein - Lodz, Orquestra Hermitage de St. Petersburg, Orquestra Sinfónica de Zurique – Tonalle, Sinfonieta Eslovaca, Sinfonia Varsóvia, Orquestra Filarmónica de Montevideo, Orquestra Nacional de Atenas e com os Seoul Classical Players.
José Ferreira Lobo apresentou-se em algumas das mais importantes salas de espetáculo do mundo, nomeadamente na Filarmonia de Munique, Tonhale de Zurique, Ópera Nacional do Cairo, no Centro Cultural de Hong Kong, Centro Cultural de Pequim, Teatro Solis de Montevideo, Teatro Cláudio Santoro de Brasília, Teatro Teresa Carreño de Caracas, na Filarmonia de Vilnius, na sala Smétana de Praga e no Hermitage de São Petersburgo. Interpretou ainda música sacra nas igrejas da Madelaine, em Paris, Catedral de Catânia (Festival Bellini) e Orsanmichele, em Florença.
É regularmente convidado a integrar mesas de júri de prestigiados Concursos Internacionais. Dirigiu estreias mundiais de compositores franceses, portugueses, suíços e turcos.
Possui um amplo repertório que abrange o clássico e o romântico, passando por trabalhos contemporâneos e trinta títulos de ópera.
Gravou para a Rádio Televisão e Rádio Difusão Portuguesas e Rádio Suisse – Romande. Com a Orquestra do Norte gravou nove CD’s.
 
ORQUESTRA DO NORTE
A Orquestra do Norte concretiza, desde 1992, o projeto de descentralização da cultura musical, apresentado pela Associação Norte Cultural, vencedora do primeiro concurso nacional para a criação de orquestras regionais, instituído pelo Estado Português nesse mesmo ano.
Com a titularidade de José Ferreira Lobo, a ON foi iniciadora de um trabalho verdadeiramente pioneiro e inédito, tendo-se afirmado no panorama da música erudita, sendo hoje uma instituição reconhecida nacional e internacionalmente.
Os objetivos básicos pelos quais sempre se pautou a atividade da Orquestra do Norte passam pela criação de novos públicos, pelo apoio à música e aos músicos portugueses e pela constante renovação do repertório. Vinte anos depois, estes critérios continuam a ser fundamentais para a instituição.
Agente de transformações na gestão cultural do nosso País e criadora de um novo paradigma musical, desenvolve uma intensa actividade com temporadas regulares de norte a sul do país. Realizou mais de 3.000 espetáculos em mais de uma centena de diferentes lugares. A ON apresentou-se ainda em Espanha, França e Alemanha.
Consciente da importância que representam o aumento e a diversificação da oferta artística qualificada no desenvolvimento cultural da população, no alargamento de públicos e na formação do gosto, a Orquestra do Norte apresentou as obras mais representativas dos grandes compositores da história da música. Servindo o grande repertório orquestral, desde o barroco até ao presente, dá especial atenção à difusão da música portuguesa. João de Sousa-Carvalho, Luís de Freitas Branco, Francisco Lacerda, Corrêa de Oliveira e Joly Braga Santos foram alguns dos compositores portugueses abordados.
Os espectáculos da ON incluem concertos sinfónicos, didáctico-pedagógicos, ópera, música de bailado e de câmara. Para além da música erudita, tem abarcado outros géneros musicais, como é o caso do Jazz e música ligeira.
A programação da Orquestra do Norte abriu-se a um repertório mais amplo e variado no qual, juntamente com as partituras básicas do repertório sinfónico ocidental, abundam primeiras audições, tanto de música de recente criação, como partituras recuperadas do passado histórico-musical. Com isto, a ON prossegue e intensifica a sua vontade de atender à música dos nossos dias, apresentando obras de compositores como Krzysztof Penderecki, Kristoff Maratka, Karl Fiorini, Alexandre Delgado, Filipe Pires, Nuno Côrte-real, Miguel Faria, José Firmino de Morais Soares, Joaquim dos Santos, Marc-André Rappaz, Emile Ceunink e François-Xavier Delacoste.
Sedeada na cidade de Amarante, a Orquestra do Norte integra profissionais de reconhecido mérito e tem, habitualmente, a colaboração de prestigiados maestros, solistas e coros nacionais e estrangeiros. Dos conceituados diretores de orquestra que subiram ao pódio da ON referimos Juozas Domarkas, Krzysztof Penderecki, Federico Garcia Vigil, Álvaro Cassuto e Rengim Gokmen. A ON contou ainda, durante cerca de 17 anos, com a distinta colaboração do maestro Gunther Arglebe enquanto maestro adjunto.
Alguns dos mais destacados solistas vocais e instrumentais portugueses e estrangeiros atuaram nos concertos da ON: entre muitos nomes destacamos António Rosado, Eva Maria Zuk, Avri Levitan, Patricia Kopatchinskaja, Kirill Troussov, Michel Lethiec, Robert Kabara, Placido Domingo, José Carreras, Ileana Cotrubas, Julia Hamari, Fiorenza Cossoto e Svetla Vassileva.
Para além da participação regular do seu próprio coro – ensamble de elevado nível musical - a Orquestra do Norte colaborou ainda, entre outros, com o Coro Nacional de São Carlos, Orfeão de Pamplona e com o Coro de Nuremberga.
A assistência da ON ronda os cinquenta mil espectadores / ano, o que revela a sua capacidade de resposta aos diferentes tipos de público e o especial cuidado com a formação dos jovens, através dos concertos pedagógicos que são orientados e executados numa perspectiva didática.
A orquestra dedica ainda parte do seu tempo a gravações, tendo co-produzido até ao momento 13 edições discográficas.
A Orquestra do Norte conta com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura e tem colaborado com setenta e uma autarquias, fundações, empresas patrocinadoras e instituições culturais.
 
- Dia 14 de dezembro, Sexta-feira, 21h30
- Grupo Coral de Campelos
- Grupo Coral de Pevidém
Igreja de Nossa Senhora da Oliveira
 
Grupo Coral de Campelos
Programa
Linda noite de Natal Melodia da Ilha da Madeira
O Little Town of Bethlehem (belém, bendita és) Lewis Henrry Dedner (1830-1908)
Les Anges Dans Nos Campagnes (Glória in excelsis Deo!) Natal de languedoc
Pastorela ao Menino Jesus Manuel Faria
Cantem, Cantem os Anjos Manuel Faria
Note Feliz Harm. Benjamim Salgado
Away in a Manger ( Na Fria Lapinha) Melodia Inglesa _ 1885
LO, How a Rose E’re Blooming Melodia Alema -1599
Joy To The Wold (Vinde Cantai) Georg Frederich Haendel
Canción de Cuna J. Brahms (1833-1897) Arr.: J. Blanc
 
A sua existência confunde-se com a própria instituição sendo uma das suas primeiras valências e das mais representativas.
Objetivos:
Contribuir através do canto, para o enriquecimento cultural e artístico dos seus elementos, promover o intercâmbio associativo, desenvolver e aprofundar princípios e valores promovendo a amizade e a solidariedade entre os povos.
O Maestro José Marques foi o seu grande impulsionador, tendo sido seu Diretor artístico ao longo de 24 anos consecutivos.
Em 2003, o Grupo Coral de Campelos ressurge revitalizado, sob a Direção do Maestro Tiago Simães, um jovem músico vimaranense e esse fato foi determinante na melhoria da qualidade estética do grupo, abrindo-o a novos desafios e a novas sonoridades.
Atualmente é dirigido pela maestrina e Directora Artística Maria Joaquina Faria da Costa, que desde 2009.
Fatos marcantes:
Em 06.setembro de 1986, o Grupo Coral de Campelos representou o Distrito de Braga na cidade de Évora no 2.º Encontro Nacional de Coros Juvenis;
Três participações em Celebrações Litúrgicas no Canal 01 da RTP;
Participações em diversos Encontros de Coros, dos quais destacamos a participação em 2004 e 2006 nos Concertos de Comemoração da elevação do Centro Histórico de Guimarães a Património Mundial e em 2008 na Sessão Solene Comemorativa do 25 de Abril;
Como Centro de Cultura, filiado no Inatel, participou em diversos Encontros de Coros em diferentes regiões do país, dos quais destacamos a presença no I Encontro das Terras de Campelos, em Torres no Vedras.
 
Maestrina Maria Joaquina Faria da Costa
Curso Superior de Canto, concluído em 1988 com a classificação de 14 (catorze) , na Escola Calouste Gulbenkian;
Cursos Internacionais de Música do Porto, área de Canto, pelo Professor Knol, realizados na Escola Silva Monteiro do Porto em 1983;
Curso de Regência Coral, organizado pelo Orfeão de Braga na Escola Francisco Sanches em Braga no ano de 1990;
Curso de Pedagogia Musical, na Escola Superior de Educação do Porto, organizado pelo Instituto Orff, ministrado pelo Prof. Pierre Van Hauer em 1992;
Lecionou a Disciplina de Canto e de Coro no Conservatório de Guimarães, entre 1987 e 1992;
Lecionou no Centro de Arte e Cultura de Bairro, as classes de Educação Musical, Canto Coral, tendo orientado o grupo de Música Popular no entre 1987 e 1988;
Concluiu a licenciatura em Educação Musical em Maio de 2002, na Universidade do Minho;
Está ligada à direção coral, quer como diretora artística quer como técnica vocal;
É Diretora Artística do Grupo Coral de Campelos csrcc, desde Março de 2009.
 
Programa Grupo Coral de Pevidém
Programa
Meia Noite Dada Canção popular da Madeira - Harmonização de M. Simões
Aleluia Já Nasceu Mendelssohn
Embalo Harmonização Pe. Manuel Faria
Inno Per Natale F. Sileher
Noite Feliz Franz Grúber
Natal, Natal M. Borda
Natal Melodia Inglesa - Harmonização Pe. Miguel Carneiro
 
Violinos
Ana Cristina Costa
Catarina Pereira
Cláudia Carvalha
Flauta
Soraia Costa
Trompete
Rafael Pereira
 
O Grupo Coral de Pevidém foi fundado em 1976 por iniciativa do Padre António Lopes, a partir de um grupo de jovens que exerciam várias atividades pastorais na paróquia. É formado por 30 elementos, amadores, que têm as mais diversas profissões e ocupações, situando-se a faixa etária nos 30 anos. O Grupo Coral de Pevidém foi criado com o intuito de solenizar a eucaristia dominical na paróquia, onde, desde a sua formação, habituou as pessoas da região a ouvir os cânticos melodiosos e harmoniosos tão bem executados pelo Grupo Coral de Pevidém. Teve também como seguidor do trabalho executado, o Padre Antunes, o qual projetou o coro fora de portas, nas mais diversas atuações e lhe imprimiu maior qualidade. De referir ainda outro maestro, António Valdemar, embora bastante jovem, conseguiu manter as pisadas dos antecessores, atividade ainda mais intensa e dignificando ainda mais o coral.
Atualmente é dirigido pela maestrina e Diretora Artística Professora Dulce Pereira Costa, que desde 1992 está ao serviço do coral e da paróquia. A Maestrina tem desenvolvido um trabalho notável, tanto a nível artístico, como a nível pedagógico, ensaiando semanalmente, fazendo trabalho de voz com vocalizos, expressão facial, colocação de voz, harmonias e timbres dos diversos naipes, levando o coro a um nível acima da média daquilo que nos habituamos a ouvir.
O Grupo Coral de Pevidém participa, regularmente, em encontros de coros, designadamente “Encontro de Coros do Minho” e “Encontro de Coros da Zona Pastoral de Pevidém”, Reisadas, solenização da Eucaristia, na Rádio Televisão Portuguesa, de 1982 a 2007 .
Participou nas comemorações do dia do Exército realizadas na cidade de Viseu, em 1998, tendo solenizado a missa de aniversário, em conjunto com o Grupo de sopros da Serra do Pilar, Vila Nova de Gaia, tendo colhido rasgados elogios da hierarquia militar.
No ano de 2008, participou, a convite do Arciprestado de Guimarães, nas jornadas Gualterianas. Também a pedido do arciprestado, solenizou a missa em honra de São Gualter, na cidade de Guimarães, inserida nas festas Gualterianas. Ainda no corrente ano, gravou um CD, a pedido da Câmara Municipal de Guimarães, em conjunto com os coros inscritos na edilidade vimaranense, com os Hinos de Portugal, Guimarães e da Europa.
Em 2009 no âmbito do seu 32 aniversário, teve a visita do Coro Apóstolo Santiago de Vigo (Espanha) onde teve lugar um concerto na Igreja Paroquial de Pevidém . No ano de 2010 Centenário da República, participou no encerramento das comemorações organizadas pela Junta de Freguesia de Selho S. Jorge (Pevidém), Escola EB 2/3 de Pevidém e Associação Jovidém.
No âmbito da Capital Europeia da Cultura – Guimarães 2012, participou com a Orquestra Estúdio a 24 de Junho na cerimónia de inauguração da Plataforma das Artes.
O Grupo Coral de Pevidém está inscrito na Câmara Municipal de Guimarães, sendo solicitado inúmeras vezes, pela edilidade, para concertos de Natal, Páscoa e cerimónias públicas.
 
DULCE PEREIRA COSTA, nascida a 05 de Dezembro de 1970 em Krumback, Alemanha.
Iniciou os seus estudos musicais no Colégio Nun’Álvares, em piano, tendo como seu principal professor o Padre Peixoto. Concluiu o Curso Complementar de Música no Conservatório de Braga, onde se aperfeiçoou e valorizou nas classses de Piano, História da Música e Coro, tendo, nesta última, contribuido para uma melhor qualidade e execução ao trabalhar os naipes femininos do coro, nas várias obras que interpretava, salientando-se o Requiem de Mozart, Magnificat de Bach e Glória de Vivaldi, entre outros, a convite do Maestro titular.
Em 1992,concorreu á Escola Superior de Educação, ao Curso Superior de Educação Musical, tendo ficado apta.
Em 1996 concluiu o Curso Superior de Educação Musical, ficando com o grau de Licenciada e profissionalizada em Música. Tem leccionado em diferentes escolas do país, salientando-se a Escola EB 2/3 de Abel Varzim, em Barcelos, onde formou um grupo coral juvenil com cerca de 150 coralistas e com o qual realizou alguns concertos, tendo recebido os maiores elogios; Escola EB 2/3 de Caldas de Vizela, onde leciona actualmente, na qual formou um grupo coral juvenil com 120 coralistas, tendo gravado um CD em 2003. Ainda nesta escola, além da função de Professora de Educação Musical, é Diretora de Turma e responsável pelo grupo de Educação Musical. Paralelamente, é Diretora Artística e Maestrina do Grupo Coral de Pevidém (desde 1992) e Grupo Coral de Sequeirô (desde 1985). Com estes coros tem desenvolvido uma atividade intensa ao nível da celebração da eucaristia, encontro de coros, Concertos de Natal, Páscoa, aniversário, etc. Desde 1992 soleniza a missa na RTP, uma a duas vezes por ano, com o Grupo Coral de Pevidém, tendo adquirido ao longo dos anos uma imagem de qualidade, brilho e postura na RTP, obtendo altos elogios.
Foi Professora de Piano e Educação Musical na Academia de Música Dó Ré Mi, em Barcelos e Conservatório Regional de Música da Póvoa de Varzim.
Fez parte, desde a sua Fundação, em 1994, do trio “Canticorum”, com o qual soleniza as Eucaristias de Matrimónio, cabendo-lhe o papel de pianista.
No ano letivo de 2003/2004 frequentou e concluiu uma Pós-Graduação em Musicoterapia, na Escola Superior de Educação do Porto.
 
- Dia 15 de dezembro, Sábado, 21h30
- Orfeão de Guimarães
- Grupo Coral de Ponte
Igreja do Carmo (S. José)
 
Orfeão de Guimarães
Programa:
Veni Sancte Spiritus – Mark Ehlert
Laudate Dominum – G. O. Pitoni
Tolite Hóstias – C. Saint Saens
Cantata de Natal – J. Santos
Adeste Fideles – Harm M. Faria – Arr. Instrumental Joel Azevedo
Transeamus – J. Schnabel
É Natal – Tradicional Jingle Bells
 
Sandra Azevedo – Órgão
Ana Isabel Azevedo – Flauta
Joel Azevedo – Violino
José Carlos Azevedo – Direção Artística
 
O Orfeão de Guimarães nasceu na segunda década do séc.XX.
Circunstâncias várias levaram-no a interromper diversas vezes as suas atividades, mas o entusiasmo de alguns fizeram com que o Orfeão renascesse sempre das próprias cinzas.
O último renascimento verificou-se em 1980, quando, nos claustros da Câmara Municipal de Guimarães, o novo Orfeão se apresentou perante a cidade e o concelho, disposto a reeditar os êxitos artísticos do velho Orfeão.
Desde então para cá, o Orfeão, fiel aos seus estatutos, tem-se dedicado com particular carinho a atuar nas zonas rurais de Guimarães e perante associações culturais, procurando por todos os meios, contribuir para a elevação do nível cultural do nosso povo.
Nesta sua cruzada, o Orfeão, tem contado sempre com o entusiasmo contagiante dos seus elementos, dos membros da sua Direção, apoiado sempre por muitos amigos e admiradores.
Com prestígio bem firmado em Guimarães e na sua região, o Orfeão volta agora as suas atenções para todo o território nacional. Atuou na Radiotelevisão Portuguesa, solenizando a Missa Dominical de 1 de Abril de 1984; participou em 1999 - pela primeira vez - no Encontro de Coros do Norte, em Ovar; colaborou desde a sua fundação nos Encontros de Coros de Guimarães, que todos os anos se realizam nesta cidade; realizou recitais de intercâmbio com o Grupo Coral da Caixa Geral de Depósitos (Porto) e Grupo Coral do Círculo Católico Operário (Vila do Conde).
Representou a cidade de Guimarães em concertos memoráveis em Leiria, nas comemorações do centenário da Batalha de Aljubarrota e em Grenoble (França), por iniciativa dos emigrantes portugueses aí radicados.
O Orfeão de Guimarães encerra a sua Direção Artística a cargo do Sr. Fernando Teixeira, até Março de 2004.
Em 2006 recomeça a sua atividade sob a regência do Prof. José Carlos Vieira Azevedo, natural de Guimarães.
 
José Carlos Vieira Azevedo, natural de Guimarães, iniciou os seus estudos musicais aos doze anos tendo estudado acordeão com professores particulares.
No ano lectivo de 1986/87, concluiu o Curso Geral de Composição.
No ano lectivo de 1988/89, concluiu o Curso Complementar de Piano, (8º grau), no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga.
Frequentou de 1989 a 1992 o curso de Música Sacra, na Escola Diocesana do Porto, na disciplina de órgão - Literatura com a Prof. Rosa Amorim e Harmonia ao teclado com o Maestro, Cónego, Dr. António Ferreira dos Santos.
Em 1994, concluiu o curso de Órgão Litúrgico, nível A, (com a duração de três anos), em Fátima, com o Prof. Franz Josef Stoiber, (Professor de órgão na Escola Superior de Música Sacra de Regensburgo).
Em 1996 e 1997 frequentou o Curso de “Interpretação do Canto Gregoriano Hoje”, orientado pelo Prof. Dr. Johannes Göschl, organizado pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, Centro Regional do Porto.
Frequentou vários cursos de “técnica e interpretação pianística”, nomeadamente em abril de 1986 com o Prof., Joel Bello Soares e em janeiro de 1987 e março de 1988 com a Prof. Maria de Lurdes Ribeiro.
Em outubro de 1998, participou no Seminário de “Pedagogia Musical Zoltán Kodály”, orientado pelo Professor Carlos Miró Cortez (Instituto de Pedagogia Musical Zoltán Kodály, Kecskemét, Hungria), organizado pelo Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho.
Em 1998, concluiu o curso de Estudos Superiores Especializados em Educação Musical, (Licenciatura), pela Universidade do Minho.
Em 2001, concluiu o curso Complementar de Órgão, (8º grau), no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro, onde estudou com o Professor António Mário Costa.
De 2 a 6 de abril de 2002, participou no “Masterclass de Órgão”, orientado pelo Professor Graham Barber, na Sé Catedral de Braga e no Instituto dos Estudos da Criança da Universidade do Minho.
De 7 a 11 de maio de 2003, participou no “Masterclass – Olivier Messiaen – As Obras para Órgão”, orientado pelo Professor Hans-Ola Ericsson.
Em 27 de março de 2004, participou num Seminário de Literatura Francesa do séc. XVI e XVII Para Órgão, em Fátima e orientado pelo Professor Rogers, organista deste Santuário.
De 2001 a 2004, frequentou o Curso Superior de Órgão, na Escola Superior de Música de Lisboa, que abandonou por razões de saúde.
Tem participado em concertos um pouco por todo o país como solista, como acompanhador e como regente coral.
Estudou harmonia ao órgão com o professor Nicolas Rogers, titular dos órgãos do Santuário de Fátima e estudou Órgão Litúrgico com Giampaolo di Rosa na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto.
É professor de Educação Musical na Escola EB 2,3 Egas Moniz em Guimarães.
É professor de órgão na Academia de Música Valentim Moreira de Sá, em Guimarães.
É diretor artístico do Grupo Coral Assanes da Vila de Prado desde 1994; do Coro Litúrgico de Joane desde 1984 onde é também organista titular do órgão “de tubos” da Igreja Matriz; do Coro Litúrgico de S. Tiago da Cruz desde 2000 e do Orfeão de Guimarães desde outubro de 2006; tem colaborado muitos coros um pouco por todo o Minho.
 
Grupo Coral de Ponte
Programa
Lo, How a Rose E’er Bloming Praetorius
Puer Natus Praetorius
Es nascido D. Pedro de Cristo
El Nacimiento Ariel Ramírez
Hark The Herald Angels Sing F. Mendelssohn
Adeste Fideles M. Faria
 
O Grupo Coral de Ponte iniciou a sua caminhada, sob a dedicada direção artística do Dr. João Ferreira, que brilhantemente o dirigiu até Agosto de 1989.
Durante os seus primeiros doze anos, o Grupo Coral de Ponte participou em vários eventos culturais, mas nunca esqueceu o objectivo primordial para que tinha nascido: a solenização da liturgia paroquial.
Nos últimos anos, desde os finais de 89, sob alçada do Pároco Pe. António da Silva Lopes, e sem que o serviço à Liturgia deixasse de ser o primeiro objetivo, o Coro dedicou-se também à música clássica polifónica, não só religiosa como profana, e passou a ganhar pontos no “ranking” dos bons grupos corais nortenhos. Para tal, e como tal, participou nos “Encontros de Coros do Minho”. Coube-lhe, inclusive, a organização do VI certame daqueles Encontros.
Para além de se ter dado à promoção da cultura musical na comunidade, com a realização de vários concertos onde estiveram presentes muitos Coros de valor reconhecido, participou em várias efemérides e concertos por terras de Portugal, foi convidado a celebrar um protocolo cultural com a Câmara Municipal de Guimarães e abraçou um projeto de Intercâmbio Cultural Internacional com dois Grupos Corais das Astúrias - o Orfeón de Mieres e o OrfeónCastrillón de PiedrasBlancas - agora já estendido a outros coros espanhóis.
Cabe a este grupo, também, a instituição dos Encontros de Coros da Zona Pastoral das Taipas, que, para a sua continuidade, tem dado grande impulso.
Na celebração dos seus trinta anos, realizou mais um Encontro Coral Ibérico, no início do Outono de 2007, onde estiveram presentes o Orfeón de Castrillón e o Coro da Brisa (Lisboa).
Em abril de 2009 o Grupo Coral de Ponte foi convidado pelo Orféon de Castrillón a realizar um outro concerto nas Astúrias, concerto esse muito elogiado pelas autoridades locais.
No ano de 2008, a Câmara Municipal de Guimarães convidou o Grupo Coral de Ponte a participar na gravação do CD ‘HINOS’. Colaboraram também neste projeto a orquestra de sopros da Academia Valentim Moreira de Sá, assim como outros coros da cidade de Guimarães. Este projeto foi liderado pelo Maestro Vitor Matos.
Em dezembro de 2008, o Grupo Coral de Ponte, em conjunto com o Grupo Coral de Azurém, realizou um magnífico concerto de Natal. Os dois coros foram acompanhados pela Orquestra de Câmara Collegia Ensemble. Desse concerto resultou a gravação do CD “Cordas & Vozes”.
O Grupo Coral é constituído por cerca de 30 vozes mistas e é seu director artístico principal José Luís Freitas e Ricardo Freitas, como organista.
 
José Luis Martins de Freitas, nascido em 11 de junho de 1974, na vila de Ponte. Iniciou os estudos musicais no ensino privado, sendo o Dr. Eduardo Magalhães professor, das disciplinas de órgão e formação musical, com o qual ainda mantém sobretudo uma relação de amizade mas também de contínua aprendizagem. Em paralelo e com a idade de 11 anos inicia a sua actividade como organista do Grupo Coral de Ponte, pela mão do Dr. João Ferreira. Durante o ensino secundário, frequenta em simultâneo o conservatório regional. Anos mais tarde, no decurso do ano de 1993 assume, em parceria a direção artística do Grupo Coral de Ponte. Desde Janeiro de 2011 é diretor artístico do Grupo Coral de Ponte.
 
- Dia 23 de dezembro, Domingo, 17h00
Concerto de Natal
Banda da Sociedade Musical de Pevidém
Paulo Campos – Solista
Coro da Escola de Música da Sociedade Musical de Pevidém
Igreja Paroquial de Selho S. Jorge
 
Programa
Dimitri Shostakovich Abertura Festiva 7'(1906 – 1975)
Arr. Johann de Meij Miss Saigon 18'(n. 1953)
Edward Elgar Nimrod 3'(1857-1934)
Ennio Morricone Nella Fantasia 5'(n. 1928)
Gustav Holst In the Bleak Midwinter 4'(1874 – 1934)
Tradicional Quatro Canções de Natal(1825 – 1899)
 
Vasco Silva de Faria Direcção Musical
Foi-lhe conferido o Grau de Mestre pela Universidade do Minho (Distinção) e atualmente frequenta o curso de investigação conducente ao grau de Doutor em Performance Musical na Universidade de Évora. Estudos prévios incluem Graduação em Instrumento - Trompete, na ESMAE, bem como no nível secundário Artave (ambos com 18 em 20) como discípulo de Kevin Wauldron, Stephen Mason (Lisboa) e Pierre Dutot (Bordéus), tendo realizado formação complementar avançada de trompete com Maurice André (Zurique, Suíça), Eric Aubier (Lisboa), e Hakan Hardenberger, John Aigi Hurn (Porto), e de música de câmara com os Hot Brass (Loures) e os Barquisimetal (Águeda). Participou também na Conferência Internacional Trumpet Guild, com Vincent Penzarella, Adolph Herseth, Pierre Dutot, John Faddis, promovida pelo ITG, e realizada em Nova York (EUA) em 2000.
Vasco Silva de Faria (nascido em 18 de outubro de 1978, em Guimarães) é trompetista, professor, maestro, e diretor artístico.
Vasco Silva de Faria iniciou seus estudos musicais em 1988 com o seu pai e Manuel Silva, ingressando na Sociedade Musical de Pevidém no ano seguinte, sob a direcção do maestro Francisco Ribeiro. Como membro das orquestras de estudantes, trabalhou na Orquestra Sinfónica Artave, Orquestra de Sopros Artave, Orquestra Sinfonieta da ESMAE, bem como, como músico convidado, na Orquestra de Sopros Nacional dos Templários.
Foi premiado com várias bolsas de estudos e bolsa de mérito pela Fundação Calouste Gulbenkian entre 1995-2000, bem como pela Rádio e Televisão Portuguesa (RDP) no Prémio Jovens Músicos nas categorias de Música de Câmara – nível médio (1994) e Solista – nível superior (1999). É membro do International Trumpet Guild (ITG) desde 1999.
A experiência de ensino inclui Ações de Formação, Workshops, Masterclasses em Guimarães (1998), Ponte de Lima (1999 e 2000), Ruivães (2006 e 2007), Braga (2009), Vale de Cambra (2005), Paredes (2007, 2008 e 2009), Viana do Castelo (2010), Paços de Brandão (2011) e JOBRA (2012), e Banda Juvenil do Norte Alentejo (FIJUNA), em Portalegre (2002 e 2003), bem como cargos de ensino permanente na Academia de Música de Paredes, ARTAVE, EPMVC, EPME e ESMAE. Foi júri convidado do II e III Concurso Nacional de Trompete Póvoa de Varzim (2011 e 2012).
Como músico profissional de orquestra, Vasco Silva de Faria colaborou com maestros de renome, tais como António Saiote, Cesário Costa, Christopher König, Christophe Millet, Emilio Pommarico, Ernst Schelle, Hans Martin Rabbeinstein, José Luís Borges Coelho, Marc Tardue, Martin André, Omri Hadari, como membro da Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Musicare, Orquestra Académica do Porto, Orquestra Nacional do Porto e Remix Orquestra Barroca. Foi o trompetista convidado pela Porto2001 – CEC, para a ópera “Satyricon” de Bruno Maderna sob a direcção do maestro Aldo Brizzi. É desde 2007, o primeiro trompete na Orquestra da Universidade do Minho. Apresentou-se amplamente como solista em Portugal, Espanha, Suíça e Alemanha, em recitais com piano e órgão e com Orquestra Académica da Universidade do Minho, Orquestra Sinfónica Artave, Orquestra de Sopros da Academia de Música Valentim Moreira de Sá, Orquestra de Jovens Luso-Alemã, Banda Sinfónica da Universidade do Minho. Apresentou-se também em recitais, Duo Trompete com o trompetista Luís Granjo.
Como maestro, Vasco Silva de Faria teve a oportunidade de dirigir solistas de prestígio internacional, tais como Pierre Dutot, Quarteto Vintage, Bruno Flahou, Thierry Thibault, Luís Pipa e gravou para Cardoso & Conceição o CD "One Moment in Time" (2001) e para a SPL o CD “Banda Musical de Pevidém em Concerto” (2012).
É Diretor Artístico da Sociedade Musical de Pevidém, maestro da Banda Musical de Pevidém desde 2007 e da Orquestra Juvenil de Pevidém, da qual foi maestro fundador em 1999, trabalha ainda como Diretor Artístico Adjunto do Orfeão Coelima desde 1997, tendo fundado o Decateto de Metais de Guimarães e o Ensemble de Trompetes de Guimarães em 2000.
No âmbito da Guimarães2012 – CEC, dirigiu a Banda Musical de Pevidém no Espectáculo de Abertura em conjunto com o grupo “La Fura dels Baus” e a Fundação Orquestra Estúdio com o solista Jorge Almeida e o narrador Jorge Castro Ribeiro, onde fez a estreia mundial da obra “Abertura em forma de Pena” do compositor Telmo Marques.
Atualmente Vasco Silva de Faria é Professor Convidado Equiparado a Auxiliar do Departamento de Música do ILCH da Universidade do Minho e docente na Academia de Música Valentim Moreira de Sá em Guimarães, onde é o responsável pela Orquestra de Sopros. Vasco Silva de Faria toca em trompetes Bach Artisan.
 
Paulo Campos Barítono- Solista
Nasceu em Braga em 30 de Julho de 1978, tendo iniciado os seus estudos musicais aos treze anos sob a orientação do Doutor António Costa Gomes.
Encontra-se a frequentar a Licenciatura em Música - Direcção Coral, na Universidade do Minho com o Professor Vítor Lima, tendo paralelamente aulas de Canto com a Professora Dora Rodrigues.
Teve formação complementar em Direcção Coral com Jonathan Ayerst.
Teve oportunidade de trabalhar com os maestros Jorge Matta, Toby Hoffman, Roberto Perez, entre outros.
É o Director Musical dos Coros de Mire de Tibães e de Galegos - São Martinho em Barcelos.
É Professor de Formação Musical, Orgão e Técnica Vocal na Escola de Tibães.
 
Banda Musical e Escola de Música da Sociedade Musical de Pevidém
Fundada em Outubro de 1894 na região de Pevidém a Banda da Sociedade Musical de Pevidém é hoje uma prestigiada banda no meio artístico. Como em quase todas as colectividades nascidas no Séc. XIX os meios eram escassos sendo neste contexto que Manuel Martins Coelho Lima à frente de um punhado de bairristas, funda a Banda da Sociedade Musical de Pevidém. Nesse mesmo ano e graças à colaboração do Professor de música Manuel “Necla”, Manuel Martins Coelho Lima é nomeado regente dos seguintes 16 executantes fundadores: António José Lopes Correia, Augusto Silva Marques, Avelino Pereira de Vasconcelos, Avelino Pereira, Domingos da Costa Fernandes, Domingos Pereira Fernandes, Francisco Fontão, Francisco Pereira, João de Oliveira, João Roque Oliveira, José Correia Guimarães, José Fontão, José Luís Carlos Soares, José de Oliveira, José de Oliveira Costa e Manuel Pereira Fernandes. Ensaiavam, em casa dos próprios, em barracões de alfaias agrícolas, não reunindo estas as condições adequadas para um bom desenvolvimento musical. A Sociedade Musical de Pevidém teve como regentes: Manuel Martins Coelho Lima (1894-1928), Albano Martins Coelho Lima (1929-1931), Arnaldo Ferreira do Vale (1932-1948), António Ribeiro de Castro (1949-1959), Joaquim Martins Coelho Lima (1960-1969), Francisco Ribeiro (1970-2000), Maciel Matos (2001-2007) e Vasco Silva de Faria (desde 2007).
Destacam-se alguns momentos importantes da Sociedade Musical de Pevidém:
26 de Setembro de 1981 é inaugurada solenemente a nova Sede da Sociedade Musical de Pevidém e para tal é editada um medalha comemorativa alusiva ao acto;
Joaquim Martins Coelho Lima recebe o 1º Emblema de Ouro concedido pela Sociedade Musical de Pevidém.
1984 a Banda Musical de Pevidém conquistou uma honrosa classificação no “Festival de Bandas de Música da E.D.P.”, que lhe permitiu a pontuação necessária para o festival no ano seguinte.
1994, por ocasião do seu 1º Centenário, a Sociedade Musical de Pevidém é distinguida pela Câmara Municipal de Guimarães com a medalha de Ouro de Mérito Associativo.
2001 a Orquestra Juvenil de Pevidém grava o seu 1º CD intitulado “One Moment in Time”, sob a direcção do Maestro Vasco Silva de Faria;
2006 e 2007, realiza a gravação dos CD’s “Pevidém em Festa” e “Homenagem aos Compositores Portugueses” respectivamente, sob a direcção do Maestro Maciel Matos.
A nossa Banda tem participado em vários concertos, no país e no estrangeiro, realizou várias gravações para a E.N. e R.C.P. Acompanhou os solistas internacionais Pierre Dutot (trompete), Quarteto Vintage (Iva Barbosa, Ricardo Alves, José Eduardo Gomes e João Moreira – clarinete) e Luís Pipa (piano), no âmbito dos “Concertos do Dia de Portugal“ realizados no CAE São Mamede, e que conta já com 4 edições, e Bruno Flahou (trombone), Thierry Thibault (tuba), entre outros. É desde Fevereiro de 2009 Instituição de Utilidade Pública, “pelos relevantes serviços prestados à comunidade ao fomentar a cultura, através da Escola de Música, da Orquestra Juvenil e da Banda Musical, contribuindo com tudo isto, para a elevação intelectual e artística dos seus sócios e da população em geral”. É em 2009 que se apresenta pela primeira vez em concerto na Casa da Música no Porto e que concretiza o sonho de realizar um Encontro de Bandas Filarmónicas, o “I Pevidém Filarmónico – Certame Internacional de Bandas”. Participou no Espectáculo de Abertura da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura onde se apresentou com o grupo “La Fura dels Baus”. Até aos nossos dias a Sociedade Musical de Pevidém, apoiada na sua Escola de Música, Orquestra Juvenil e Banda Musical, tem prosseguido a inegável tarefa de serviço público à agora vila e gentes de Pevidém.
No presente ano lectivo a Escola de Música conta com 50 alunos e cerca de 10 docentes.
 
 
 

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